V. sabe corretamente como funciona o seu “flex”?

A maioria dos motoristas adquire hoje um carro flex sem saber corretamente sobre seu funcionamento.
O sistema flex ou bicombustível foi criado com o objetivo de utilizarmos energia anti poluente e estes veículos estão, definitivamente, tomando conta do mercado. Desde que foram lançadas em 2003, mais de 500 mil unidades foram comercializadas o que comprova que o flexfuel chegou para ficar.
Um dos componentes do carro chamado de sonda lambda, instalado no escapamento do motor, informa a “centralina” eletrônica, juntamente com os sensores de temperatura, velocidade, rotação, etc., o tipo de combustível ou a mistura está sendo usada, monitorando o combustível injetado na câmara de combustão.
Com as informações reunidas, a centralina adéqua o fluxo de combustível que será injetado, ajusta a mistura ar-combustível e gerencia o momento em que a vela soltará a faísca para a queima da mistura.
Assim o sistema em fração de segundo se adapta automaticamente administrando, através do bico injetor, tempo e quantidade de combustível necessário para o perfeito funcionamento do motor.
Seja qual for o combustível, gasolina ou etanol ou a mistura de ambos, não compromete e nem “vicia” o carro no seu uso, propiciando ao motorista utilizar o que mais lhe convém.
Nos veículos mais modernos nem o “tanquinho” de gasolina, para auxiliar a partida do motor em temperaturas abaixo de 20º, esta sendo mais instalado. Quando houver este “tanquinho” supra-o com uma pequena quantidade de gasolina para evitar sua oxidação ou envelhecimento. Nos dias muito frios eventualmente o motor pode custar um pouco mais a funcionar, o que é normal.
Os veículos “flex” tem as peças que entram em contato com o combustível fabricadas com materiais especiais para suportarem a corrosão do etanol, o que lhe dão uma vida útil idêntica aquelas dos carros somente a gasolina.
É desaconselhável a transformação de um carro à gasolina em “flex”, pois certamente, ao longo do tempo, a vida útil destes componentes será muito comprometida.
Sugere-se, para os veículos “flex” a utilização de combustível não aditivado, pois os aditivos para gasolina são diferentes daqueles utilizados no etanol. Se v. estiver usando somente um deles de forma pura, ou seja sem misturar, a aditivada tem componentes que auxiliam a limpeza do sistema, porem não alteram o desempenho do motor.

O motor “flex” necessita dos mesmos cuidados dos modelos a gasolina em relação à manutenção preventiva: trocar lubrificantes e filtros regularmente, além de abastecer com combustível de boa procedência.
Os motores “flex” sempre apresentam uma ligeira diferença a mais em sua potencia quando utilizado somente com o etanol, o que ocorre também quando este carro recebe uma adaptação para uso do GNV.



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